sábado, 11 de julho de 2009
10 anos de Sala São Paulo
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=155824&CNL=20
Imagens : Cesar Bartanha
Edição : Pedro Motta
domingo, 5 de julho de 2009
O Brasil para os brasileiros
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=154672&CNL=20
Imagens : Roberto Kreeling + Cesar Bartanha
Edição : Cesar
Problema urbano
Essa cena é cada vez mais comum nas grandes cidades.
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=154741&CNL=20
Imagens : Fernando Sanches + Cesar Bartanha
Edição : Pedro Mota
sábado, 4 de julho de 2009
Blitz de orientação lei anti - fumo
Imagens : Ubaldino Mota/ Celso de Marchi
Edição : Pedro Mota
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Profissão extinta
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=153662&CNL=20
Edição: Denise Bellintani
Pauta : Izabella + Sueli Marques
Imagens : Roberto Kreeling
domingo, 28 de junho de 2009
A MINHA FELICIDADE NÃO É A SUA - MARTHA MEDEIROS
Texto enviado pela querida amiga e irmã Roseane Martins,lá de Apucarana - PR .
No livro de Carlos Moraes, o ótimo "Agora Deus vai te pegar lá fora", há
um trecho em que uma mulher ouve a seguinte pergunta de um major:
- "Por que você não é feliz como todo mundo?"
A que ela responde mais ou menos assim:
"Como o senhor ousa dizer que não sou feliz? O que o senhor sabe do que eu
digo para o meu marido depois do amor? E do que eu sinto quando ouço
Vivaldi? E do que eu rio com meu filho? E por que mundos viajo quando leio
Murilo Mendes? A sua felicidade, que eu respeito, não é a minha Major."
E assim é. Temos a pretensão de decretar quem é feliz ou infeliz de acordo
com nossa ótica particular, como se felicidade fosse algo que pudesse ser
visualizado. Somos apresentados a alguém com olheiras profundas e
imediatamente passamos a lamentar suas prováveis noites insones causadas
por problemas tortuosos. Ou alguém faz uma queixa infantil da esposa e rapidamente decretamos que é um fracassado no amor, que seu casamento deve ser um inferno, pobre
sujeito.
É nestas horas que junto a ponta dos cinco dedos da mão e
sacudo-a no ar, feito uma italiana indignada:
- Mas que sabemos nós da vida dos outros?
Nossos momentos felizes se dão, quase todos, na intimidade, quando ninguém
está nos vendo. O barulho da chave da porta, de madrugada, trazendo um
adolescente de volta pra casa. O cálice de vinho oferecido por uma amiga
com quem acabamos de fazer as pazes. Sentar-se no cinema, sozinho, para
assistir ao filme tão esperado. Depois de anos com o coração em marcha
lenta, rever um ex-amor e descobrir que ainda é capaz de sentir
palpitações.
Os acordos secretos que temos com filhos, netos, amigos. A emoção provocada por uma frase de um livro. A felicidade de uma cura. E a infelicidade aceita como parte do jogo - ninguém é tão feliz quanto aquele que lida bem com suas precariedades.
O que sei eu sobre aquele que parece radiante e aquela outra que parece à beira do suicídio?
Eles podem parecer o que for e eu seguirei sem saber de nada, sem saber de onde eles extraem prazer e dor, como administram seus azedumes e seus êxtases, e muito menos por quanto anda a cotação de felicidade em suas vidas.
Costumamos julgar roupas, comportamento, caráter - juízes indefectíveis que somos da vida alheia - mas é um atrevimento nos outorgar o direito de reconhecer, apenas pelas aparências, quem sofre e quem está em paz.
A sua felicidade não é a minha, e a minha não é a de ninguém.
Não se sabe nunca o que emociona intimamente uma pessoa, a que ela recorre para conquistar serenidade, em quais pensamentos se ampara quando quer
descansar do mundo, o quanto de energia coloca no que faz, e no que ela é
capaz de desfazer para manter-se sã.
Toda felicidade é construída por emoções secretas.
Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão.
Comer, Rezar e Amar
História de uma jornalista que deixa tudo para tras e vai em busca da verdade. De seus sentimentos, de quem é .
Italia, Índia e Indonésia - I - EU !!!
Você toma alguma decisão grandiosa sobre o que precisa fazer, ou sobre quem precisa ser, e então as circusntâncias mudam e imediatamente lhe revelam o quão pouco você sabe sobre si mesmo.
Sempre se apaixona depressa e sem avaliar riscos.Muitas vezes, no amor, é vítima do próprio otimismo.
A culpa é só a maneira que o seu ego econtrou para fazer você pensar que está fazendo algum progresso moral.O ressentimento faz com a alma a mesma coisa que o fumo faz com os pulmões; até uma única tragada faz mal.
Aprender a disciplinar sua fala é uma forma de evitar que suas energias se esvaiam de você pelo buraco de sua boca, exaurindo você e enchendo o mundo de palavras, em vez de serenidade, paz e contentamento.
Galopamos pela vida como artistas de circo, equilibrados em 2 cavalos que correm lado a lado a toda velocidade - com um pé sobre o cavalo chamado " destino ", e o outro sobre o cavalo chamado " livre - arbítrio ". E a pegunta que você precisa fezer todos os dias é : qual dos cavalos é qual ?Com qual cavalo devo parar de me preocupar, porque ele não está sob meu controle, e qual deles preciso guiar com esforço concentrado ?
Posso escolher como vou encarar as circusntancias desafortunadas da minha vida - se as verei como maldições ou como oportunidades.
Intercambio cultural para adultos e remunerado
O perfil do brasileiro que participa de intercâmbio cultural mudou. Agora, não são apenas os adolescentes que buscam a experiência no exterior. Adultos também se candidatam a morar fora do país, atraídos por cursos de idiomas e oportunidades de emprego.
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=152996&CNL=20
Imagens : Cesar Bartanha e Rob erto Kreeling
Edição : Daniela Carline
Pauta : Izabella + Sulei Marques
quinta-feira, 25 de junho de 2009
4 º Congresso Internacional de jornalismo investigativo

O evento é dividido em palestras e workshops simultâneos, baseados em dois eixos temáticos: coberturas sobre Amazônia e sobre Crime Organizado. Cada participante escolhe as palestras que quer assistir e monta sua grade no ato de inscrição, tudo on-line. Além dos dois eixos temáticos, o 4º Congresso oferece cursos e palestras sobre fundamentos da reportagem e técnicas de RAC (Reportagem com Auxílio do Computador). A programação inclui também palestras sobre as coberturas das eleições presidenciais de 2010, da crise econômica, da Copa do Mundo, entre outros assuntos.
http://abraji.org.br/?id=112domingo, 21 de junho de 2009
As Troianas
AS TROIANAS - Vozes da Guerra - SESC Avenida Paulista 12/06 a 12/07. Sexta a domingo às 20h.
Tragédia Grega de Eurípedes é transposta para campo de concentração da Alemanha nazista.
Com o Núcleo Experimental. Direção de Zé Henrique de Paula.
Não recomendado para menores de 16 anos
R$ 20,00 [inteira] R$ 10,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante] R$ 5,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes
Mistério do sentimento
Da apneia ao suspiro, o amor é inspiração sublime. Por Ana Lavrati.
O primeiro amor pode durar uma vida mas, às vezes, só vive o tempo de um beijo. Pode chegar à maturidade. Ou se dissolver, saciado o desejo. Porque não é a longevidade, e sim a intensidade, que define esse momento, precioso, da existência. Pautado pela inexistência de qualquer conflito, afinal, ao estrearmos no amor verdadeiro, ultrapassamos a fronteira dos temores mundanos, das diferenças.
E o medo, como nunca, se deixa embalsamar por uma coragem que não conhecíamos, pela certeza de que a vontade de ficar junto é maior do que qualquer circunstância. E a distância, por mais mensurável que seja, ganha novos padrões, subjetivos, subordinados à energia e não mais sujeitos à ditadura de uma trena. Porque levamos o outro junto.
Ao olharmos a foto, 20, 60 vezes por dia. Ao cheirarmos o casaco, do outro, que agora vestimos com tanto apego. Ao ouvirmos a música, aquela, que repetimos sem competência, ou com exagerada potência, na ilusão de um replay daquela hora que às vezes demora a se repetir. Apesar de nossa infalível pronta-disposição. De repente, em despeito às urgências, da família, do trabalho, da saúde, da casa, temos todo o tempo do mundo, pra pensar no primeiro encontro, reeditá-lo em câmera lenta, reconstruirmos com esmero a cena que, se dependesse de nós, seria guardada intacta, em porta-jóias cravejado de valores eternos.
E a quantos artifícios recorremos pra que perdure essa sensação... Contando pros amigos, com detalhes. Anotando no diário até os ares. Revivendo em silêncio, num engarrafamento. Relembrando em segredo, no tiritar de taças que exalam o seco sabor da ausência de quem mais queríamos ali perto. Porque 24 horas por dia, lado a lado, é muito pouco quando se descobre o amor. A vontade, mesmo quando escondida, é de ser um só, um sol, único e insubstituível. E nenhuma prova confirma isso tanto quanto a despedida... Quando a gente beija, e beija de novo, e só mais um pouquinho, e aí respira fundo, como se o olfato pudesse roubar a pele, os poros.
A cisão é um sacrifício... Sempre se sai suspirando, com o peito refém da apneia do amor: quanto mais espaço entre eu e o outro, menos respiro.
Sentimentos profundos cavam em nós um poço de contradições: Inspiram... mas causam falta de ar. Se a história acabou, se inflamou, se está pra começar. Mesmo se dá certo, quando perdura, tortura. Um instante longe e já falta a mão, na temperatura certa. Falta a boca... (como pode um sorriso tão doce arrombar assim, sem ressalvas, todas as nossas muralhas?).
Falta a voz, e o que ela costuma nos dizer. Sem anúncios, uma postura, entre dezenas, centenas, corresponde ao que procuramos em milhares de dias... Sem esforço, o outro se encaixa, quando telefona (até mesmo se for pra adiar um encontro), na porta do carro, diante da sogra, no conforto do sofá, nas horas difíceis, no respeito às relações que deixaram raízes.
Quando o amor é mútuo, não é preciso muito. Nenhuma mudança. Nada de adaptações. Nenhuma imposição. Naturalmente, somos dragados por um universo com crateras gigantes, mas nos sentimos alados, amados, aptos a desbravar a dois as tocas, as falésias e os horizontes desse mundo novo.
O amor, simplesmente, nos faz melhores. Desobstrui manias. Alivia dores. Desencadeia a tolerância. Tem marca registrada. É sempre insubstituível. E o melhor de todos os melhores sintomas intrínsecos ao primeiro amor, é que nada nos impede de encontrarmos, ao longo da vida, o primeiro amor sem precedentes, maior e mais promissor do que todos os anteriores.
http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=20&articulista=119&pg=19534
Investimentos
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=151269&CNL=20
Imagens : Roberto Krelling
Ediçao : Pedro Mota
Em tempo : Eu já fiz os cursos da Bovespa. São gratuitos e sugiro para quem quer aprender finanças pessoais, entender um pouco mais o mercado de ações, as normas...
Não dá para tirar dúvidas apenas com o gerente do banco. Não esqueça que o gerente trabalha para o banco, e saber administrar nosso dinheiro é fundamental.
Após um dos cursos Mulheres em Ação o caderno de economia não estará mais escrito em grego, acredite ! http://www.bmfbovespa.com.br/Mulheres/Home.asp
ahh : a repórter não resistiu e comprou uma bolsa no final da reportagem ! Estava com bom preço e eu precisava ... ( nesse momento meu anjo da guarda, Roberto, soltou uma gargalhada.... mulheres sempre precisam de algum sapato e alguma bolsa... )
Até mais;
Atenção - gripe suína
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=151270&CNL=20
Edição : Andrea + Pedro Mota
Imagens : Roberto Krelling
terça-feira, 16 de junho de 2009
Ser feliz ou ter razão ?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem..Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais.... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser FELIZ! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite...
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo.
Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:
Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
Obrigada querido amigo Marcio Franco !
chefe x líder
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149582&CNL=20
Imagens : Cesar Bartanha - cinegrafista
Edição : Pedro Mota
Pauta : Vanessa Kalil
Falta rua em São Paulo
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149324&CNL=20
Imagens : Roberto Krelling - cinegrafista
Edição : Pedro Mota
comportamento financeiro x segurança digital
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149576&CNL=20
Imagens :Cesar Bartanha - cinegrafista
Edição : Eduardo
Pauta : Sueli Marques dos Santos + Izabella Camargo
O retorno da poupança
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149677&CNL=20
Imagens : Marcelo Amorin - cinegrafista
Edição : Pedro Mota
Pauta : Sueli Marques dos Santos
carros usados
Economia: Mercado de veículos usados sofre com queda do IPI no país
Apontada como a principal responsável pelo aumento nas vendas de carros zero quilômetro, a redução do IPI provocou efeito contrário no mercado de seminovos.O total de financiamentos para a compra de veículos alcançou mais de R$ 145 bilhões, em abril. O valor representa um crescimento de 18,4% frente ao mesmo período de 2008. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras, a maior alta foi registrada nas operações de leasing.
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149830&CNL=20
Imagens : Carlos Alberto Correia - cinegrafista
Edição: Carla Siqueira
Pauta : Sueli Marques dos Santos
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dolar baixo é bom para quem ?
http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=149413&CNL=20
Imagens : Roberto Krelling - cinegrafista
Edição: Eduardo
Pauta : Sueli Marques dos Santos
terça-feira, 9 de junho de 2009
Já se colocou na situação que está julgando ?
Parou para refletir o motivo que nos leva a tomar certas decisões ?
Você acha que é perfeito para julgar o outro ?
Sabe todos os detalhes que envolve uma decisão ?
Parou para perguntar se tal pessoa precisa de ajuda ?
Consegue imaginar que cada ser humano é um acúmulo de traumas e desejos.
Por que não perguntar se o outro precisa de ajuda ?
Não, vc não quer, não tem tempo. Não imagina que aquela situação que acontece a sua frente é uma oportunidade de caridade, de aprendizado, de vida.
VIDA...
É mais fácil falar sobre o último jogo, ou a última eleição do que falar sobre nossos medos. Reflexão ?
Experimente !
domingo, 31 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Perfeito
Nos últimos meses recebi diariamente o carinho de muitos amigos. Aproximei-me de pessoas que surpreenderam minhas razões e convicções. Percebi que a energia da gratidão é mais forte do que pensava. E, mais uma vez, reafirmo como é importante quando estamos com o coração em paz !
Divido com vcs a mensagem que recebi do querido amigo Marcio Fanco, lá de Salvador! Doce figura !
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para faze-lá doce.
Dificuldades para faze-lá forte.
Tristeza para faze-lá humana.
E esperança suficiente para faze-lá feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seu caminho.
A felicidade aparece para aqueles que choram.Para aqueles que se machucam.Para aqueles que buscam e tentam sempre.E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por sua vida !
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Mudança e agradecimentos
A partir de 1º de junho começarei a trabalhar na reportagem da Band para o Jornal da Noite, apresentado por Boris Casoy.
Quando acertei minha ida para o SBT o objetivo inicial era ser repórter do Olha Você. Eu queria e precisava sair da bancada para adquirir conteúdo com as reportagens diárias. Mas logo fui para a apresentação e a história vocês já sabem. Mesmo com o Ibope reagindo o programa saiu do ar.
Posso afirmar que toda mudança fez parte do processo de amadurecimento profissional e, sinceramente, tudo foi necessário !
Estou recomeçando e estou feliz!
Todo caminho é feito de oportunidades, riscos e chances.
Não importa quanto durou e sim a intensidade, o que eu aprendi e realizei! Portanto, aproveito para agradecer a equipe do SBT que me ajudou muito. Foi uma semana de superação total!
Ocimar Castro, Carla Brandão, Bia, Raul, Richard, Albino Castro, Maisa Alves, Rogério Vieira, Carol de Oliveira, Van, toda a produção, figurino, maquiagem, camarins, Roberta Peporine, Guilherme Arruda, Eloy Nunes , Ellen Jabur, Mari Brock e toda equipe de reporteres e redação.
E agradeço a equipe de jornalismo da Band por me dar a chance de recomeçar!
Vamos em frente!
domingo, 10 de maio de 2009
Osho
Voar Necessita de Duas Asas
"Profissionais como eu fazem demasiado uso da nossa inteligência, tanto que tendemos ver a vida somente através do intelecto, e ainda negando todos os outros meios de fazer isso. Isso torna a vida aborrecida e sem graça, e tira todo o seu brilho.
O problema real não é o uso demasiado da inteligência, mas a não utilização da emoção. A emoção está completamente menosprezada em nossa civilização; assim o equilíbrio é perdido e uma personalidade deformada se desenvolve. Se as emoções também fossem usadas, então não haveria desequilíbrio.Um equilíbrio da emoção e do intelecto precisa ser mantido na proporção adequada; senão toda a personalidade fica doente. Isso é como utilizar somente uma perna. Você pode continuar usando-a, mas você não chega a lugar algum; você simplesmente se cansa. A outra perna precisa ser utilizada.
Emoção e intelecto são como duas asas: quando usamos somente uma asa o resultado será frustrante. Desse modo a alegria de usar ambas as asas simultaneamente, em equilíbrio e harmonia, nunca é alcançada.Não tenha receio de usar demasiadamente o intelecto. Somente quando a inteligência é usada você atinge as profundezas; somente lá seu potencial e estimulado. Trabalho intelectual não significa que sua inteligência está sendo usada. Trabalho intelectual é meramente superficial; nenhuma profundidade é alcançada, nada é desafiado. Isso faz surgir o tédio; isso cria trabalho que é sem satisfação. A satisfação sempre vem quando sua individualidade é desafiada e você tem que provar a si mesmo e responder ao desafio. Quando desafiadas, a inteligência ou a emoção ambas criam sua própria alegria.Uma pessoa é esquizofrênica quando somente uma parte da sua personalidade está trabalhando e a outra está morta. Assim até mesmo à parte que está trabalhando não irá funcionar bem porque estará sobrecarregada.
Personalidade é uma totalidade; não possui nenhuma divisão. Realmente, toda a personalidade é uma energia harmoniosa. Quando a energia é usada de uma maneira lógica ela se torna inteligência e quando não é usada logicamente, porém emocionalmente, se torna o coração. Essas são duas coisas separadas; é a mesma energia fluindo através de dois canais diferentes.Quando não há coração, mas só intelecto, você não pode relaxar nunca. Relaxamento significa que agora a mesma energia dentro de você está trabalhando num canal diferente. Relaxamento nunca significa nenhum trabalho, significa trabalho em outra dimensão. Então a dimensão que está sobrecarregada relaxa.Uma pessoa que persegue continuamente uma atividade intelectual, nunca relaxa. Ela não desvia a energia dela para outra dimensão, assim sua mente prossegue desnecessariamente trabalhando somente numa direção. Isso gera tédio. Pensamentos e mais pensamentos vem e vão; a energia é difundida, desperdiçada. Você não pode desfrutá-la; pelo contrário, você será desapontado e aborrecido com esse fardo desnecessário. Mas a mente, ou o intelecto, não tem culpa. Porque uma dimensão alternativa não foi providenciada, devido a que não existe outra porta aberta para isso, a energia se mantém circulando dentro de você.Energia nunca pode ser estagnada. Energia significa aquilo que não é estagnada, que está sempre fluindo. Relaxamento não significa energia que está estagnada ou adormecida; cientificamente, relaxamento significa que agora a energia está fluindo através de outro canal. De outra dimensão – ela entrou em outro quarto.Mas mesmo assim o quarto pode ser diferente, se não for exatamente o oposto do quarto que você estava antes, a mente não irá relaxar. Por exemplo, se você trabalha sobre um problema cientifico, então você pode relaxar lendo uma novela. O trabalho é diferente: lídar com um problema cientifico é estar ativo – um modo bem masculino – onde ler uma novela é ser passivo, que é um modo absolutamente feminino. Embora você esteja usando a mesma mente você estará relaxado, porque é o pólo oposto da mente que está sendo utilizado. Você não está solucionando coisa alguma, você não está ativo; você é só um receptor, recebendo algo. A dimensão é a mesma a menos que a emoção, o pólo oposto, esteja sendo usada.Do mesmo modo, quando amamos, o intelecto não participa da brincadeira de maneira alguma. Exatamente o oposto acontece: a parte irracional da sua personalidade entra em ação.
Inteligência tem que ser equilibrada pelo amor e o amor tem que ser equilibrado pela inteligência. Geralmente, esse equilíbrio não é encontrado em lugar nenhum.Se alguém está apaixonado e começa a negligenciar todas as atividades intelectuais, isso também irá gerar tédio. Até mesmo o amor se torna uma tensão se ele for ativo por vinte e quatro horas. Uma vez perdido o desafio, o prazer também estará perdido. A brincadeira estará perdida e se tornará apenas trabalho. A mesma coisa acontece com um intelectual que negligencia o lado emocional de seu ser.Essas duas partes, esses dois pólos, precisam estar em equilíbrio, só então nasce um ser humano individualizado e integrado”.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade
O evento acontecerá nos dias 6 e 7 de maio, no Palácio das Convenções do Anhembi.A primeira edição, que aconteceu em Brasília, em 2008, deu ênfase a Carta da Terra e seus quatro princípios: respeitar e cuidar da comunidade da vida – integridade ecológica – democracia não violência e paz – justiça social e econômica.
Nesta segunda edição, continuaremos com os princípios da Carta da Terra, no entanto daremos foco na educação, na diversidade humana, nas mudanças climáticas e nos fatos históricos das crises econômicas vividas no século XX e na atualidade.
Assim, as quatro mesas serão pensadas de forma a abordar estas vertentes, sempre contando com representantes do governo, da iniciativa privada e da sociedade.Pretende-se que os assuntos sejam abordados de maneira leve e informal, garantindo a interação entre palestrantes e ouvintes, privilegiando o diálogo.
Por isso, os debates serão estruturados em formato de talk show sendo a mediação realizada por jornalistas e profissionais de comunicação. É um evento para um público de 2500 pessoas formado por convidados das empresas patrocinadoras e gratuito para professores e estudantes universitários, que se inscreverão através do website. O evento será acompanhado, em tempo real, por 50 universidades da América Latina e o conteúdo disponibilizado para download após o evento. Qualquer dúvida ou informação, entre em contato com atitudebrasil@atitudebrasil.com.
http://www.comunicacaoesustentabilidade.com/forum.php
9ª Corrida Graac

terça-feira, 21 de abril de 2009
Folha de São Paulo - Ilustrada - Daniel Castro
SBT prepara show de calouros moderno
O SBT planeja estrear na segunda quinzena de junho uma versão moderna do formato de show de calouros. O programa, ainda sem nome, não terá apresentador. Será conduzido pelos quatro jurados, no palco, e por uma repórter, Isabela Camargo, diretamente dos bastidores. Lembra o americano "America's Got Talent", da NBC.
A atração será semanal e entrará na chamada "linha de shows" (como "Hebe" e "A Praça É Nossa"). Encomenda de Silvio Santos, está sendo produzido a toque de caixa. A direção será de Ocimar Castro, que comandou o "Olha Você".
O time de jurados deverá ser fechado nesta semana. A previsão é que na semana que vem, com cenário já pronto, sejam gravados os primeiros pilotos.
O novo show de calouros reunirá aspirantes a todo tipo de atividade artística (cantor, mágico, dançarino), mas promete rigor na seleção. Os participantes terão de ser inéditos ou apresentar números nunca antes exibidos na TV. Não serão aceitas bizarrices. A ideia é revelar novos talentos.
O programa irá ao ar em temporadas de 13 ou 14 episódios. Cada episódio terá um vencedor. No último, os vencedores disputarão um prêmio, que será superior a R$ 100 mil.
O show de calouros integra pacote de programas em que o SBT pretende reagir à queda de audiência. Em terceiro lugar, a emissora quer primeiro evitar ser ultrapassada pela Band.
Vamos em frente !
Folha de São Paulo - Ilustrada - Outro Canal - Daniel Castro
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
respostas...
Obrigada pela vigília, cada comentário, obrigada pelo carinho!
Peço, por gentileza, que escreva para izabellacamargo@yahoo.com.br .Assim eu garanto uma resposta individual e rápida !
Uma ótima semana
terça-feira, 7 de abril de 2009
qual é o nosso tempo ?
Mas, saber esperar, domar a angústia, é uma tarefa diária.
"Tempos atrás" o Dr. Paulo Gaudêncio disse em palestra da Ed Abril: só existe um remédio para a angústia, decisão.
É preciso exercitar a paciência. É preciso respirar !
domingo, 29 de março de 2009
Olha Você
Quando fiz meu último jornal no Band News TV, dia 20/03/2009, canal que me proporcionou experiência nos mais diversos setores da cobertura jornalística e construí amizades fantásticas, não estava trocando de emprego ou emissora. Estava iniciando novo ciclo profissional. “Para voar é preciso ter os pés no chão”.
Soube da vaga de repórter no programa Olha Você pelo meu amigo Rogério Vieira, a quem agradeço muito, e tive apoio, entre outros maravilhosos amigos, da querida Carol Oliveira! O que eu queria na reportagem com matérias sobre comportamento e continuo querendo é aproximar o telespectador das respostas que todos querem para seus problemas e dilemas. Sugerir idéias, mostrar outras histórias, esmiuçar uma pauta simplificando o tema. Definida minha ida como repórter participei de um piloto. Com isso dividi a bancada com a sensacional Roberta Peporine! A idéia era a apresentação com 2 mulheres !
Depois de uma semana de superações diárias, reação muito positiva do Ibope, recebemos a notícia que tínhamos saído da programação. O que isso significa para Izabella Camargo?
É mais fácil mudar a programação de um canal do que mudar a cabeça do telespectador que prefere as tragédias familiares e urbanas à boa informação. Trabalhei com uma equipe muito competente! Mais de 100 pessoas que fizeram o possível para colocar 2 horas de conteúdo qualificado no ar. Fui a última a integrar a equipe e vivi 2 semanas especiais. Superei-me a cada dia.
Não posso ficar lamentando o que passou. Teria motivos. Porém, prefiro concentrar minha energia em coisas boas que poderão acontecer. Muitas pessoas conheceram meu trabalho e deixaram que eu entrasse em suas casas !
Espero ter novidades na próxima semana !
Obrigada pelo carinho!
domingo, 15 de março de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
http://www.youtube.com/watch?v=6rxNjCvCIiE&feature=related
Outra dica é o filme : Na natureza selvagem ( indicação do amigo e mestre Felipe Bueno ). Como ele fez, não direi nada.... assista e se quiser dividir reflexões escreva para contato@izabellacamargo.com.br
Em tempo e sempre é tempo : ótimo 2009 ! Confie e permita-se !
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
"Não se acostume com o que não o faz feliz,revolte-se se for preciso...
Alargue seu coração de esperanças,mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.S
e sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
Circunda-te de rosas...Ame...Beba...Ria...O mais é nada”.
( autor desconhecido )
Caminho se conhece andando, então vez em quando é bom se perder...
Perdido fica perguntando, vai só procurando e acha sem saber....(Chico César).
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sobre tempo e jabuticabas
Recebi esse texto do meu querido tio Lauro. Divido com vocês...
Sobre tempo e jabuticabas
(autor desconhecido)
Contei meus anos e descobri
que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalômanos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias
que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas
que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo
de coordenador, ou qualquer liderança.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou:
'as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana;
que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos,
não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
defende a dignidade dos marginalizados, cultivam sua espiritualidade,
e deseja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes,
nunca será perda de tempo.
O essencial faz a vida valer a pena !
Basta o essencial!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
"Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada...". Todo mundo conhece esses versos infantis do Vinícius de Morais. O que quase ninguém conhece é a seqüência original: "Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada. Ninguém podia entrar nela não, porque na casa não tinha chão. Ninguém podia dormir na rede, porque na casa não tinha parede. Ninguém podia fazer pipi, porque penico não tinha ali, mas era feita com pororó, era a casa de Vilaró".
Sim, Vinícius de Morais compôs " A CASA " para seus netos na casa de seu amigo Carlos Paez Vilaró em Punta Ballena ( 15 minutos de Punta del Leste ).
Qem visita " A Casa Pueblo " conhece o atelier do pintor, escultor, arquiteto, cineasta, escritor e ceramista e ainda pode assitir a cerimônia do entardecer, indescrítível.
E durante toda a descoberta conheci o Mestre que com mais de 80 anos continua sua obra e nos preseteia com sua presença.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Uruguai
Começou com uma palestra do prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, o pai do microcrédito moderno.
Yunus é o fundador do banco Grameen, de Bangladesh, que faz empréstimos médios de 200 dólares, sem qualquer formalidade, sem ida a agências bancárias ou comprovação de renda, mas consegue, talvez por isso mesmo, uma taxa de inadiplência de apenas 1%.
Superpovoado, Bangladesh é vítima de sucessivas inundações, que só têm piorado com o aquecimento global. Com com um nível de pobreza dramática, o país muito foi impactado pela ação de Yunus, que passou a incentivar os microempreendedores com seus empréstimos informais. Professor universitário, ele decidiu fazer os empréstimos por não se conformar com as dificuldades que o sistema financeiro convencial tem em emprestar dinheiro para pessoas realmente pobres.
http://info.abril.com.br/corporate/
O mundo através das lentes do consumo
A realidade do consumir tem influenciado nossas vidas, mais do que podemos imaginar.
Ver o mundo através das lentes do consumo nos faz exigir sempre o melhor, não importa se de um produto, de um relacionamento, de um emprego ou das pessoas que amamos.
Buscar o melhor, procurar crescer, anelar excelência na vida, é certamente salutar.
Progresso, evolução, deve ser objetivo de todos na Terra. Porém, os excessos, os desequilíbrios de tais posturas é que nos trazem grandes problemas.
Exigir em demasia, tanto da vida, dos outros, e muitas vezes - por conseqüência - de si mesmo, traz-nos distúrbios de comportamento seríssimos. A questão é tão grave que já existe catalogação para este tipo de fobia: a atelofobia, que se constitui no medo da imperfeição.
Sem falar na ansiedade crônica, que hoje já faz adoecer o mundo com seus venenos potentes.
Tudo parece dar a entender que se faz difícil viver numa sociedade onde o sofrimento, a tristeza, os defeitos e as fraquezas não são mais tolerados.
A indústria oferece soluções para qualquer tipo de problema, e para todos os tipos de bolso.
São receitas de sucesso nas prateleiras das livrarias; pílulas da felicidade na farmácia da esquina; o corpo dos sonhos em troca de cheques a perder de vista...
Criamos uma era da perfeição de massa, onde os defeitos são vistos como erros da natureza que podem ser corrigidos, deletados, deixados para trás.
O corpo parece deixar de ser determinado e passa a ser inventado. Um corpo fabricado pelas nossas escolhas, baseadas nos padrões vigentes da época. Padrões, muitas vezes, altamente questionáveis.
Corremos o risco de deixar de ser aquilo que somos para nos transformarmos em um corpo sem marcas, sem história, sem humores. Em mera imagem.
Mas se não é bem essa sua intenção, experimente olhar o mundo através de lentes não viciadas em cânones ou padrões.
Este olhar o mundo passa por olhar-se, em primeiro lugar.
Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço, foi muito lúcido ao dizer: Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.
Este é o momento de despertar. Despertar para os valores mais nobres da vida, e finalmente colocar nossa embarcação alma no rumo da felicidade verdadeira.
Nestes valores fundamentais estão a paciência, a compreensão das dificuldades e limitações do outro e nossas.
Está a compaixão – virtude de vivência dinâmica – que estende a mão ao próximo, para que cresça junto.
Está a resignação – virtude que aprende com a dor, retirando dela as lições preciosas que sempre traz, evitando a revolta e a negação.
A lei maior do progresso nos coloca na direção da perfeição, naturalmente, mas dessa perfeição que vem sendo construída de forma gradual no imo do Espírito.
Desejá-la de forma fácil, conveniente, e da maneira com que nós anelamos e achamos que deva ser, sempre será perigoso e próximo do desastre.
* * Evite o excesso de exigência para com os outros.
Somos seres diferentes, pensamos diferente em muitas ocasiões, e por isso, exigir que as pessoas tenham o mesmo ângulo de visão que o nosso, para tudo, é absurdo.
O diferente está ao nosso lado por razões especiais. É com ele que aprendemos inúmeras virtudes, é com ele que crescemos e alcançamos a nossa gradual e certa perfeição.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Você não é perfeito, de Elisa Correa, publicado na Revista Vida Simples, julho 2008.Em 28.08.2008.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Disciplina de atleta com alma de poeta!
Paris, um cego está com uma placa pedindo dinheiro e ninguém parece se importar com aquela presença, até que um poeta, ao ver a falta de colaboração decide mudar a placa do deficiente visual.
Logo, a ajuda começa a chegar até que ele impressionado pergunta para um amigo pq as pessoas começaram a ajudar e o amigo respondeu: Pq o que está escrito é lindo. " É primavera em Paris e eu não posso ver as flores ”.
A superação está dentro de nós. Não importa o que temos que fazer, quantos leões enfrentar, quantas metas atingir. Mesmo com uma rotina avassaladora não podemos deixar a “peteca” cair.... Somos responsáveis por nosso destino.
Ainda escreverei mais e postarei nossas fotos, por enquanto deixo o link de sua apresentação no programa do JÔ.
http://www.youtube.com/watch?v=aZq-gxUSuTk
domingo, 3 de agosto de 2008
Tolerância
“...Para termos grandiosidade, precisamos ser generosos e tolerantes. Um oceano não é um oceano se não tiver a capacidade de receber todos os rios do mundo.
Em um mundo de relacionamentos interpessoais, modéstia e magnanimidade são os melhores antídotos contra lutas por poder e obstruções. Por isso, ter respeito verdadeiro um pelo outro é perdoar o que os outros, intencionalmente ou não fizeram de errado.Ter tolerância é o melhor método para promover a paz mundial. Ter magnanimidade é o meio mais rápido de ampliar nossos horizontes.
Uma vez que ninguém está livre de erros, precisamos aprender a tolerar os erros dos outros. Precisamos aprender a louvar o que é bom no caráter dos outros e não focar nossa atenção em críticas excessivas. A rejeição não é uma via de mão única – quando rejeitamos os outros por seus erros, eles fazem o mesmo em relação a nós. Por isso, o único caminho para uma coexistência pacífica é perdoar e esquecer. Não podemos nos tornar escravos de nosso rancor. Seremos infelizes, se tudo o que temos é aversão e repugnância por nosso próximo. Tolerância e indulgência são dois dos mais importantes ingredientes em nossa interação com os outros, pois ‘devemos sempre nos empenhar em fazer o mais complicado, com a pessoa mais difícil’. Magnanimidade é a mais elevada virtude nos relacionamentos interpessoais. Devemos cultivar nossas mentes para ser tolerantes com tudo e com todos abaixo do Sol. Devemos ser como o oceano e a terra, que não rejeitam nada e aceitam tudo graciosamente...”.
LaiTrecho extraído da página 123 do livro Receita para o coração – Entre a Ignorância e a Iluminação II, Venerável Mestre Hsing Yün, Escrituras Editora, São Paulo, 2007.
sábado, 26 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Uns estão mais preparados que outros, mas é normal me emocionar com eles. Todos são muito bons. Um voto, uma palavra de apoio é o que todos esperam e é muito complicado escolher um só! Emoções a parte o programa é uma alegria !
domingo, 20 de julho de 2008
HOJE !
(ex-presidente da Coca-Cola Co.)
'Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.
O trabalho é a única bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.
Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida'.
Como?
Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.
Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.
Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.
Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida.
Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.
Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
Não tema admitir que não é perfeito.
Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.
Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega f acilmente.
Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.
Lembre-se: Ontem é história.
Amanhã é mistério e
HOJE é uma dádiva. Por isso se chama 'presente'.
Nós versus Eles, por Wagner Belmonte
I Encontro Estado para Professores de Jornalismo
Nós versus Eles
Chega a ser "curiosa" a distância que existe entre o jornalismo diário, aquele que o mercado exige, e o acadêmico, pretensamente mais conceitual. Reconhecê-la e buscar a aproximação é o primeiro passo no sentido de fortalecer a Academia para que seja dado ao mercado o respaldo que ele espera dela. A busca pelo diálogo e a queda dessa fronteira são passos sólidos para que os dois lados se desarmem, num feedback que os gestores de RH batizaram de "avaliação 360 graus", talvez o legado, bastante maduro - se também reflexivo-, dessa proposta.
Nove entre 10 executivos de Recursos Humanos de grandes empresas dizem que a formação profissional, hoje, ocorre, no jargão deles, predominantemente in company. Com o apoio de um eufemismo um tanto quanto elegante, como todos os eufemismos, eles querem dizer que as faculdades não cumprem a missão que lhes é atribuída. Em tempo: há quase 10 anos, entrevisto gestores, diretores de RH, presidentes de companhias e gurus de administração para o site de uma empresa de Recursos Humanos. E, claro, há exceções que o mercado consagrou e adotou como referência: economia, direito e engenharia na USP, administração, na FGV, publicidade na ESPM, direito e psicologia na PUC, entre outros tantos bons exemplos, como o ITA, em São José dos Campos, e a Esalq, em Piracicaba.
Exceção feita à editora-chefe da Rádio Eldorado, Filomena Salemme, todos os demais palestrantes falavam para os professores de jornalismo na terceira pessoa do plural, mas com um "tom" que remetia mais a uma conversa com professores do que a um contato com "jornalistas propriamente ditos". Havia como interpretar, em determinados trechos, que os professores de jornalismo não são jornalistas nas prerrogativas que a liturgia mercadológica exige, pelo menos na visão de quem está na redação de um produto diário. Alguns professores, por sua vez, também se referiam em suas questões aos jornalistas que comandam as redações do Grupo Estado como se eles fossem profissionais realmente distantes do cotidiano acadêmico, como se exercessem outra profissão. Não há nisso uma crítica, mas uma constatação que ratifica o que se afirma aqui.O primeiro a falar foi Ricardo Gandour, diretor de conteúdo editorial. Ele discutia o futuro dos jornais e do jornalismo como um todo. "Os jornais podem acabar; jornalismo, não", disse, numa alusão às recorrentes tendências que apontam que a mídia impressa poderá ser tragada não mais pela globalização, antes impiedosa, mas por um processo de convergência de mídias acentuado pela inclusão digital.
Philip Meyer, em 92 (tenho dúvida se não foi em 93), deu uma palestra no mesmo auditório do Estadão. Professor da Universidade da Carolina do Norte (EUA), ele apresentou uma discussão ética cuja base foi o seu livro, A Ética no Jornalismo. Meyer, há 16 (talvez 15) anos, dizia que o espaço para textos nos jornais seria cada vez menor. E que o leitor exigiria brevidade, o que não significa superficialidade (Acho que todo jornalista deve ficar profundamente incomodado com esse rótulo de que somos "especialistas" em tudo e, portanto, "um oceano de conhecimento com um dedo de profundidade", como disse o correspondente venezuelano Omar Lugo, que cobre o Brasil para o seu país a partir do Rio de Janeiro, numa palestra, há dois anos, na Unisa.). A repórter Cleide Silva, por exemplo, cobre o dia-a-dia da indústria automobilística para o Estadão. Há muito tempo, ela "vive" de um acompanhamento sistêmico e bem feito desse mercado. Marli Olmos, que foi do Estado, faz o mesmo para o Valor Econômico. E tão bem quanto. Ambas têm respeito, acesso às fontes e contextualizam bem um setor economicamente tão importante/poderoso.
Quanto maior for a especialização e a profundidade do conhecimento em determinado assunto, simples assim, melhor será a cobertura. Qual a novidade? Se é tão óbvio, por que as rádios, por exemplo, insistem no profissional heterogêneo que cobre o caso Isabella, o investment grade e a Bolsa com a diferença de uma semana? Gandour citou que a The Economist, há dois anos, estampou: "Quem matou os jornais?" e que, hoje, efeito desse novo jornalismo para uma sociedade que corre contra o relógio, "o tempo para o debate é menor e a produção instantânea da informação leva ao caos". A editora-chefe do Jornal da Tarde tentou explicar o "Sobrenatural de Almeida", imortal personagem de Nélson Rodrigues: como o Jornal da Tarde, aquele que em 17 de abril de 1984 deu uma foto do comício de 1 milhão na Praça da Sé, "sem texto nenhum como manchete principal", se é que isso existe, virou o novo JT? Aquele JT, em 26 de abril do mesmo ano, estamparia na primeira página um luto nacional pela rejeição da Emenda Dante de Oliveira no Congresso... Aquele JT, do "Barcelona, 5 de julho de 1982 (quem se esqueceu da tragédia do Sarriá?), ousado, editorialmente sagaz, pulsante... Hoje, disse ela, os tempos são outros, sem margem para a nostalgia. E as pesquisas respaldam esse jornal pelo qual o personagem de uma matéria é o ponto de partida para explicar o contexto macro dela, como faz o JT atualmente. A pesquisa de mercado "pauta" um produto jornalístico. E por que não ensinamos isso nas nossas faculdades? Deveríamos? Será possível não aprender com isso, prescindir dessa ferramenta? Quando o foco é o desenvolvimento do produto, o jornalismo não perde uma de suas funções mais precípuas, ser um fórum para a discussão pública que leve à cidadania, que colabore na formação de uma consciência coletiva crítica?
Roberto Gazzi discorreu sobre as mudanças no Estadão. E explicou que o jornal tem mais questões sobre o seu dia-a-dia do que respostas. Antes dele, o professor Carlos Alberto Di Franco, da Universidade de Navarra, pontuou como funciona o conselho editorial que, formado por profissionais de outras redações do Grupo, propõe críticas e sugestões a cada edição.
A tarde terminou com Filomena Salemme, da Eldorado. Como fazer jornalismo radiofônico de qualidade por 50 anos (a Eldorado completa 50 anos em 2008) com uma equipe enxuta? Iniciativas pioneiras, como o "Ouvinte-Repórter", claro, foram questionadas. Entregar a credibilidade a um ouvinte que relata algo oferece riscos editoriais? Se sim, quais? O bônus vale o ônus? A discussão é velha. A Eldorado surpreendeu também com o Bike Repórter, outro ponto apresentado e que parece bastante interessante.
Nesta sexta, Suely Caldas, autora de Jornalismo Econômico, da Editora Contexto, será uma das palestrantes. É dela uma matéria premiada (Esso) sobre o Esquema PP. Na pauta, o apadrinhado do ex-presidente José Sarney e seu meio de traficar influência na Nova República. O que será que o Roberto Teixeira acharia de uma pauta assim 20 anos depois?
Além dela, Lourival Sant'Anna e Roberto Godoy, craques da reportagem. Godoy, por exemplo, especializou-se em indústria bélica e "sobreviveu" num País que não tem tradição em guerras.
Também estão previstas apresentações de Marco Chiaretti e Renata de Freitas, do portal estadao.com.br e da Agência Estado, respectivamente. Certamente, eles falarão de tendências e da necessidade de que um texto na internet seja breve, ou seja, contrário àquilo que fiz aqui.
Em síntese, é admirável e interessantíssima a iniciativa do jornal O Estado de S. Paulo, que promoveu nesta quinta-feira, 26, o I Encontro Estado de Professores de Jornalismo.
Texto retirado do blog do jornalista e amigo Wagner Belmonte
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Bom final de semana !
Os segredos de nossa vitória percorrem caminhos diferentes. Os obstáculos também diferentes para cada um de nós e a receita que nos faz vencer está dentro de nós.
Se conhecer cada vez mais é o que faz a diferença nesta luta pela vitória. Algumas virtudes nos conduzem ao sucesso: os sonhos, a esperança, a persistência, a fé, a alegria e a humildade. Sonhar significa , essencialmente, ver o amanhã se realizar. Sem os sonhos não temos a direção do futuro. Mas sonhar sem a esperança de realizar o sonho não é nada. A esperança é o alimento da alma.
É na esperança que acreditamos no amanhã e percebemos as circunstâncias. Este amanhã pode vir em forma de paz, de reconciliação, de conquistas, de tudo que sonhamos. A persistência nos faz realizar. Quem é persistente não encara os obstáculos como problemas e sim como desafios.
Fernando Pessoa escreve que a cada queda devemos fazer um passo de dança. A fé é transformadora. Ela é o combustível da persistência. É a vistude espiritual de saber que não existem obstáculos, nem provações, nem dificuldades que possa ser maior que as forças do universo. A alegria é o que enfeita nossa alma. É nosso melhor adorno. Ela reflete nossa beleza interior. A alegria expõe o quanto somos harmônicos com nossas emoções.
Por fim a humildade. É a humildade que nos fortalece, na medida em que é ela que expõe nossas fraquezas e limitações. É a humildade que nos coloca diante da vida e nos prova que somos sempre uma equipe e não nos bastamos como indivíduo. É aqui neste momento que sabemos se saberemos ser vitoriosos.
Nunca desista de seus sonhos, tenha esperança na vida, persista e crie metas, tenha fé que existe um universo inteiro a seu favor, seja alegre com o que tem dentro de você e aprenda a ser humilde.
+ 1 da querida amiga Roseane Martins de Mello - Apucarana - Pr.sexta-feira, 4 de abril de 2008
O porteiro do Puteiro.
Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do puteiro'. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que....
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias...aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens. Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc.. E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: - O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades. Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: 'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.' Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas´ 'Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Alou alou
Estou de volta... desculpem a demora.
Divido com vcs um texto que recebi da Roseane do Paraná. Grande irmã do coração !
A MEMÓRIA DO DNA - Como se formam as crenças no corpo físicopor Gloriana Batassa - globatassa@gmail.com
No nosso corpo físico existe mais de uma memória. Nós estamos acostumados a pensar que temos somente uma memória, e que está no nosso cérebro, mais especificamente no nosso subconsciente.No entanto, nós temos quatro memórias que são chamadas “memórias celulares”, pois cada uma delas tem uma localização exata no corpo físico e conseqüentemente são constituídas por células.
A partir do momento no qual um novo ser está se formando dentro do útero de uma mulher, as células usam as informações que já têm dentro de si em suas quatro memórias, para formar uma nova estrutura celular.Estas memórias são: a memória do subconsciente - a que nós sabemos ter, a memória morfogenética, a memória histórica e a memória da alma.
A memória morfogenética é a que interessa o nosso DNA. É considerada a primeira das nossas memórias pois já estava presente na criação do homem, pois o DNA é o invólucro de uma memória de que somos Um e Divinos e é por isso que foi criado no ser humano. Todos nós temos nas nossas células um código numérico Sagrado e cada parte do nosso corpo, cada um dos nossos órgãos e cada um dos sistemas do corpo humano, sabe qual é a sua seqüência numérica de perfeição e execução e “constrói” um órgão para a sua expressão perfeita no corpo físico.
Na subdivisão celular que ocorre quando estamos em gestação, as memórias das células têm registros do que já foram, a qual órgão pertencem, como devem crescer e se multiplicar e também como devem se expressar. Através do DNA espiritual, as células se “lembram” do que foram segundo as emoções e sentimentos criados e vividos anteriormente, sabem exatamente o que devem fazer no atual corpo físico e principalmente o que devem viver para um aprendizado e um aprimoramento.
Os sentimentos também são muito importantes. Os nossos verdadeiros sentimentos também são uma informação ancestral e são cinco: o amor, a alegria, a raiva, a tristeza e o medo. Estes cinco sentimentos-chave produzem em nós emoções que provocam uma ilusão que acreditamos ser a enorme gama de sentimentos que vivemos na nossa vida.
As emoções podem ser alteradas pelas toxinas e por reações químicas do organismo e causar doenças, de um simples resfriado à depressão, cancer, entre outras.E toda vez que através de um sentimento negativo e principalmente o medo, vivemos uma emoção que altera ou modifica um sentimento, criamos uma crença ou convicção. Essas crenças/convicções ficam registradas nas nossas células e, se não são modificadas e resolvidas se transformam numa das nossas memórias celulares, a memória morfogenética, a nível de DNA e em todas as vidas sucessivas, faz parte do patrimônio genético de uma pessoa.
É óbvio que as crenças podem ser tanto positivas quanto negativas.Se uma pessoa, por conta de uma emoção que gerou um sentimento de alegria, de felicidade e com uma experiência vivenciada, entendeu que é Una com Deus e que Deus é abundância e que portanto só pode ser rica na vida, esse sentimento também fica registrado, gravado nas células e essa crença também faz parte do patrimonio genético em todas as vidas sucessivas.Será muito difícil que essa pessoa apresente numa vida futura problemas com dinheiro ou como obtê-lo.
Muitas dessas crenças, nós nem sabemos que temos, pois normalmente são exatamente o contrário do que pensamos conscientemente, uma vez que são memórias celulares.E eis a causa de não sabermos porque algumas coisas acontecem nas nossas vidas.Nós não temos o controle das memórias celulares acumuladas até aqui.Hoje, podemos atingir essa memória morfogenética do DNA até sete gerações anteriores a esta e desse modo ter acesso à essas crenças e modificá-las, para que o nosso aprendizado evolutivo seja menos doloroso, mais rápido e consciente.
Saber trabalhar com as memórias celulares é uma das ferramentas que o Plano Espiritual colocou à nossa disposição nos últimos anos para que consigamos nos livrar do que não precisamos mais carregar no nosso DNA de uma vida à outra porque agora somos responsáveis do que queremos conscientemente aprender, escolhendo como e quando.
Isso significa Co-Criar a nossa realidade com Deus, limpando memórias celulares do corpo físico, atingindo o DNA, aumentamos a freqüência de vibração e escolhemos o que viver e as experiências a serem feitas no futuro.Os sentimentos, as emoções, as toxinas, as crenças do subconsciente, as crenças morfogenéticas, as crenças históricas e as crenças da alma: é preciso limpar e alterar todas essas coisas juntas, também num processo de cura e transformação.Não basta só a intenção ou querer intensamente que algo ocorra na própria vida .É preciso saber o que significa e como Co-Criar com Deus a própria realidade e depois saber como manifestá-la fisicamente.Se alguma coisa não acontece é porque alguma coisa não foi feita corretamente ou foi esquecida.É preciso saber onde e como mexer nas memórias para podermos alterar a realidade física e provocar mudanças.Como já dizia Mestre Kryon: “as nossas crenças são o mais importante fator que constrói a nossa realidade”.Portanto, cada um de nós é o sistema de crenças que foi registrado dentro das suas memórias e perpetuado pelo próprio DNA ao longo das existências, até hoje.Nós somos aquilo que acreditamos, somos as crenças que temos. Acesse: www.stum.com.br/theta
sábado, 1 de março de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Os segredos da relação Homem e Mulher
Os segredos da relação Homem e Mulher
Maura de Albanesi (*)
Numa relação amorosa não existe garantias, o que existe são os riscos inevitáveis dessa viagem de rumo incerto: é poder estar totalmente aberto para o que vier e aprender a lidar com o desejo de controlar tudo. Afinal somos aprendizes do amorAtualmente muitas pessoas vão morar sozinhas para adquirir independência. Há casais, entretanto, que começam a morar juntos, para experimentar a vida a dois, antes mesmo de assumir um compromisso de casamento e, muitas vezes, só pensam em se casar se tiver amadurecida a idéia de ter um filho.
A duração da relação está diretamente ligada à intensidade e a profundidade da relação. Quando isso se esvai, a relação termina, com alegação de incompatibilidade de gênio. É justamente na busca desta profundidade que muitos casais caem na própria armadilha. Esperam por uma comunicação aberta, onde tudo deve ser partilhado com o parceiro, desde os casos antigos, até casos atuais, não suportam o sentimento de serem excluídos da intimidade do outro. Quando são traídos, querem saber os detalhes, apesar da dor do conhecimento, pois atenua o sentimento de exclusão.No desejo de transparência doentia, esconde-se o desejo de controlar o parceiro. A lealdade absoluta, além de cruel, é grosseira.
Em nome da liberdade, onde cada um faz o que deseja, como se isso fosse possível, o desejo é ilimitado, o homem está fadado a escolher e, portanto, a lidar com frustrações. Ao tentar negar isso e erguer a bandeira da liberdade total, reflete a dificuldade da entrega amorosa, numa tentativa de fugir da dor da possibilidade de perda.Acredita-se que num relacionamento amoroso não pode haver trincas, porque uma pequena falha a relação estará comprometida. Por isso, para não enfrentar estas dores e decepções, a pessoa pode optar viver só na paixão, que é intensa, curta e de pouca profundidade, pois quando o sentimento de tristeza pedir acolhimento não o encontrará nesta relação.A pessoa pode se isolar, vivendo uma vida de eremita, porque a sociedade de hoje possibilita que a pessoa possa até trabalhar sem travar nenhuma relação íntima com alguém.
Mas o que é exigido de nós para termos um bom relacionamento, já que no fundo é isso mesmo que queremos? Ninguém nasceu para viver sozinho. Crescemos na interação com o outro. A alma conclama por viver um amor. Mas logo vem o medo de perder a liberdade: Amar ou ser livre? Abrir mão de si para o outro entrar?Acredito que esta atração se dá de forma totalmente inconsciente, e que é a sabedoria interna de cada um que elege o parceiro, num impulso genuíno de evolução. É como se soubéssemos que aquela pessoa tem algo que nos auxiliará nos processos evolutivos do nosso ser. E uma das maiores felicidades do homem é quando ele se reconhece crescendo, evoluído enquanto pessoa.É deste impulso que surge a curiosidade inicial de saber mais sobre o outro. O encanto dos primeiros encontros é perceber o interesse do outro em ouvir e ser ouvido, em estar agradando, podendo ser espontâneo e perceptivo.
A gratidão é uma forma de expressão do amor, que reconhece as gentilezas ao retribuí-las e reforça os laços afetivos. Algumas pessoas desvalorizam o que recebem, pois confundem gratidão com fragilidade. Perceber que é nas diferenças individuais que se pode ampliar a percepção de mundo e crescer, não querer impor a sua razão, mas compreender a maneira do outro ser, respeitar e se mostrar realmente interessado no que o outro faz.A admiração inicial que se tem por alguém reflete exatamente o que nos falta, e durante a relação tenderemos e criticar e a denegrir determinadas atitudes, caso não venhamos a desenvolvê-las em nós e, para isso, requer auto-conhecimento de nossas próprias limitações, amorosidade consigo e tolerância.
Ninguém sabe tudo sobre si mesmo. Portanto, não pode ter a arrogância de achar que já sabe tudo do outro, pois isso acaba com o interesse e causa distanciamento. Poder ouvir o outro com o mesmo interesse inicial fortalece e mantém os laços afetivos, pois as pessoas mudam, o homem de hoje não é mais o jovem de ontem. Manter acessa a chama do interesse, da curiosidade, da admiração é manter o amor em profunda efusão.
(*) Maura de Albanesi – é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica;Master Pratictioner em Neurolinguística;e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.

Punta del Leste 2008